A história paira sobre Noruega e Inglaterra enquanto se preparam para o confronto das quartas de final do Mundial de 2026. A Noruega tem a chance de quebrar um tabu antigo, enquanto a Inglaterra precisa provar que finalmente pode vencer as principais seleções da Europa sob pressão máxima.
A Noruega nunca venceu uma seleção europeia em uma Copa. O retrospecto da equipe nesses confrontos é de seis jogos, sem vitórias, com dois empates e quatro derrotas.
O padrão remonta a décadas, desde as derrotas para a Itália em 1938, 1994 e 1998 até o revés por 4 a 1 para a França na fase de grupos deste ano. Seus únicos pontos vieram de empates contra a República da Irlanda em 1994 e a Escócia em 1998.
Isso torna estas quartas de final mais do que apenas mais um passo em uma campanha improvável. A Noruega já mudou o tom de sua participação no torneio ao chegar entre as oito melhores, mas uma vitória sobre a Inglaterra lhes daria um feito histórico inédito e os levaria a um território desconhecido. Isso também provaria que seu progresso não é apenas uma questão de momento, mas de peso competitivo real.
Enquanto isso, a Inglaterra chega com seu próprio alerta. O "Three Lions" venceu apenas quatro de seus últimos dez jogos em Mundiais contra seleções europeias, perdendo os outros seis.
Houve momentos convincentes, incluindo vitórias sobre Eslovênia (0-1), Suécia (0-2), País de Gales (0-3) e Croácia (4-2), mas as derrotas para Alemanha (4-1), Itália (1-2), Bélgica (0-1, 2-0), Croácia (2-1) e França (4-2) mostram com que frequência a Inglaterra encontrou nos adversários mais fortes do continente um obstáculo intransponível.
É isso que dá ao duelo de sábado o seu tempero especial. Os "Vikings" tentam encerrar uma barreira de longa data em Mundiais, enquanto os "Three Lions" tentam mostrar que seu histórico recente contra adversários europeus não os define.
Com uma vaga na semifinal em jogo, este é um confronto de quartas de final moldado tanto pela história quanto pela fase atual.

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